Adaptação ou Conformismo? Como encarar o mundo com maturidade

Adaptação ou conformismo?

Como encarar o mundo com maturidade.

A importância da adaptação.

Mais do que importante, é fundamental saber se adaptar! Significa saber ceder, alterar planos, ter flexibilidade e jogo de cintura, saber lidar com mudanças e não criar resistência a elas.

A capacidade de adaptar-se às infinitas interações sociais, familiares e de negócios, exige maturidade psicológica, pois é necessário o entendimento e a aceitação das coisas e pessoas como de fato elas são e não como nós gostaríamos que fossem.

Adaptação é importante para manter o sucesso, a felicidade e a sanidade.
Não estaríamos aqui se não fosse a capacidade de adaptação de nossos ancestrais ao frio, calor e a tantas outras adversidades.

Adaptação está relacionada ao mecanismo de defesa, reprodução, locomoção, alimentação e condições climatológicas desfavoráveis.

Adaptação e aceitação

Desde a infância aprendemos com nossos pais, amigos, escola e tantas outras pessoas que contracenam conosco durante a vida, os modelos de comportamento, obediência às regras sociais e às várias formas de boa conduta.

E isso é importante se quisermos garantir uma vida estável, com emprego, relações afetivas e convivência social.
Esse aprendizado deve servir de guia para lançarmos mão quando dele necessitarmos. Escolhemos ceder ou entender uma situação.

Muitas vezes, mesmo não concordando com os argumentos de nosso chefe ou determinada opinião de nosso cônjuge, escolhemos aceitar a divergência e ceder a fim de manter a harmonia e bem-estar.

Nestes casos, não há espaço para ressentimentos ou mágoas, pois a escolha foi feita com consciência. A concessão levou ao ganho da harmonia.

Adaptação ou conformismo? Como encarar o mundo com maturidade.

 

Mas quando é que a adaptação torna-se conformismo ou distanciamento de si mesmo? Adaptação ou conformismo?

Adaptação é diferente de conformismo, ou a chamada zona de conforto!

Quantas vezes ao longo da vida passamos por situações em que nos sentimos desconfortáveis em emitir nossa própria opinião, em algum assunto ou situação, pelo medo de sermos julgados ou excluídos de nosso círculo de amigos?

Quantas vezes nos sentimos pressionados a concordar ou a ficar em silêncio para não discordar da maioria? Trata-se de um comportamento conformista.

Dizem que se a gente for para o inferno se acostuma até com o diabo!

A adaptação sem consciência ou escolha, pode nos levar ao conformismo, uma espécie de “enlatamento”, onde somos tão levados pelo que esperam de nós, tão guiados pelas normas externas que o risco de nos distanciarmos de nós mesmos torna-se grande.

Esse é o meio propício para a instalação e a manutenção de ressentimentos, revoltas, mágoas, depressões.
Corremos o risco, neste caso, de nos acostumarmos a ficar quietos, a não termos uma reação positiva.

Viver é um compromisso! Compromisso de encontrar-se consigo mesmo!

 

 

 

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